A empresa firmou-se neste mercado competitivo e exigente
Neste mês de agosto, a CIS Eletrônica comemora 25 anos de existência. Fundada, pelo atual presidente, Sr.Yasuo Isuyama, iniciou suas atividades em 1984 com a fabricação de leitores de cartões magnéticos em substituição aos leitores importados, principalmente do Japão. Graças à sua qualidade assegurada pela Nippondenso com quem a CIS formou parceria, conseguiu conquistar o mercado brasileiro em pouco tempo.
Pioneira neste mercado e com muito empenho, a CIS passou a atuar de forma decisiva no segmento de automação bancária e comercial, fornecendo produtos principalmente por meio do sistema OEM, na qual fabrica os equipamentos que são integrados aos produtos com a marca de outra empresa que os adquire. Embora não seja perceptível, o produto e o nome da CIS estão por trás de grandes nomes do mercado.
A CIS tem oferecido ao mercado, ao longo destes anos, produtos de altíssima qualidade, frutos do seu investimento em pesquisa e desenvolvimento. Dos laboratórios da CIS nasceram diversas soluções inovadoras para captura de dados como leitor de cartões com interface telefônica, leitor de cartão magnético com tecnologia ASIC nacional (circuito integrado de aplicação específica), leitores de código de barras para pagamento de contas, leitores de cheques de baixo custo, entre outros.
Lembrando-se dos momentos importante da empresa, seu presidente Yasuo Isuyama, comenta: “Na década de 80, o governo brasileiro fez uma lei de proteção à indústria nacional que investisse em TI - Tecnologia de Informação. Era o início da automação bancária no país e começava-se a utilização do cartão magnético. A CIS conseguiu aprovação da SEI- Secretaria Especial de Informática, substituída hoje pela MCT – Ministério de Ciência e Tecnologia, e passou a fabricar leitor de cartão magnético, pois o Brasil dependia das importações. A empresa conquistou o mercado brasileiro, abastecendo sua demanda, com produto 100% nacional.”
Apesar da posição prestigiada, a CIS manteve a política de SERVIR AOS CLIENTES e não deixar que eles sentissem o fornecimento monopolizado. No ano 1990, com a abertura do mercado, veio junto o congelamento do depósito bancário que abalou todas as empresas do país, sendo que muitas não agüentaram e morreram. A CIS foi uma das poucas que conseguiu sobreviver.
Com muita seriedade e comprometimento com a qualidade de seus produtos, apontada como excelência prioritária, a CIS dedica-se intensamente na capacitação e melhoria contínua de seu processo fabril , de sua Engenharia altamente especializada e de seus colaboradores.
Hoje a empresa é reconhecida pela sua capacidade técnica no desenvolvimento e na fabricação de leitoras de cheques, documentos e cartões, smartcards, contactless, além de inúmeros projetos especiais; tem potencializado os mais variados equipamentos do mercado, integrando seus produtos e criando soluções que atendem as necessidades dos integradores e clientes de diversos segmentos, além de outros 14 países.
O mercado de automação bancária e comercial no Brasil cresceu e continua crescendo. A globalização está cada vez mais consolidada. Isuyama, faz uma previsão para os próximos anos: “Apesar de uma posição sólida no mercado brasileiro, devemos crescer juntos com as empresas parceiras internacionais e nacionais. Felizmente encontramos bons parceiros aqui e fora do país, com tecnologias diversificadas de acordo com as necessidades do mercado”. conclui.
A empresa sente um enorme orgulho em poder completar um quarto de século de superação, inovação, trabalho e satisfação. “Acredito que a nossa sobrevivência nesses anos todos seja em função da nossa política de SHINSETSU que é a base de SERVIR AOS CLIENTES, e não tenho dúvidas quanto ao nosso sucesso dos próximos 25 anos, se não esquecermos desse princípio”, finaliza o presidente.
Emissor Assessoria de Imprensa
10/8/2009
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